Fórum Landi usa twitter e facebook para discutir projeto que será levado à Unesco

 

O Fórum Landi está preparando um projeto para apresentar à Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). A proposta foi aprovada em abril como uma tentativa de transformar as obras de Antonio Landi, localizadas em Belém, em Patrimônio Mundial. O Projeto “Belém de Landi” abrange todas as obras em que o arquiteto se envolveu, por menor que seja a sua contribuição. Entre elas, estão a Catedral de Belém, a Igreja do Carmo, a Casa das Onze Janelas, a Igreja de Santo Alexandre e o antigo Palácio dos Governadores, hoje, Museu do Estado.

 

O pró-reitor de Relações Internacionais da UFPA, Flávio Nassar, é também coordenador do Fórum Landi. Para ele, a inclusão dessas obras como patrimônio mundial traria a Belém “uma nova dimensão, um novo suporte no cenário do turismo e da cultura brasileira e mundial.”

 

Segundo o pró-reitor, a iniciativa partiu da Universidade, mas também depende da sociedade, ou seja, as pessoas têm que se envolver no Projeto. Para isso, o Fórum planeja uma grande ação na internet e nas mídias sociais. Hoje, já existe um grupo na rede social Facebook com mais de mil membros, os quais discutem o tema de forma aberta: qualquer um pode participar. O Fórum também tem um perfil no Twitter e um site em fase de produção, o qual deve ficar disponível ainda do final de agosto, contando com fóruns de discussões e debates, e também galeria de fotos e vídeos. Flávio Nassar diz que a Universidade, apesar de ser um órgão federal, cria essa iniciativa colocando-se, “na perspectiva da sociedade, como uma intérprete de seus desejos e aspirações”.

 

O Fórum, como um projeto dedicado à revitalização e conservação do Centro Histórico de Belém, também se preocupa com a restauração das obras. “A ideia é comprometer as diversas instâncias do poder: municipal, estadual e federal”, diz Nassar. A Igreja do Carmo, por exemplo, uma das obras mais bonitas de Landi, está em péssimo estado de conservação, mas já tem recursos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) para sua restauração. O pró-reitor diz que “é papel da Universidade estimular as discussões do nosso patrimônio histórico e cultural, que estão esmorecidas.”

 

Flávio Nassar ressalta que o Projeto “é um pouco ousado”, pois, normalmente, as declarações de patrimônio mundial da Unesco são de áreas contíguas, e o centro histórico de Belém já está bastante descaracterizado.  Segundo ele, a proposta é fazer recortes de área que caracterizem o aspecto cultural de Belém do século XVIII, áreas essas onde estão situadas as obras de Antonio Landi.

Para mais informações sobre o Projeto e também para fazer parte das discussões e debates, participe do Grupo “Fórum Landi”, no Facebook, e siga o twitter @ForumLandi.

 

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Texto: Anne Beatriz – Assessoria de Comunicação da UFPA

 

Foto: Alexandre Moraes

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