Landi citado em jornal paulista

Em Belém há culinária para todos os gostos, frutos da natureza pródiga, da colonização portuguesa e das heranças indígena e africana. Vale apena conhecer o restaurante das 11 Janelas e o Manjar das Garças. Uma miscigenação cultural e racial que também se faz presente no artesanato e folclore.

A arquitetura setentista, assinada pelo italiano Antonio Gioseppe Landi, mesclada ao barroco jesuítico do século XVII, dá um charme especial a cidade.

Na Ilha de Marajó, que é a maior ilha fluvio-marítima do mundo, a diversidade de cores, temperos e cheiros e temperatura dão o tom para quem não procura luxo, mas para quem procura traquilidade, ecotutirsmo e praias límpidas de água doce. Na Pousada dos Guarás, à beira rio, os hóspedes podem andar no lombo de búfalos extremamente dóceis. Até ruinas da Igreja Jesuíta de N. Sra. do Rosário, do século XVII pode ser encontrada na cidade de Joanes. A igreja foi feita com falésias (tipo pedra do mar).

Trecho retirado de matéria publicada no jornal ABC Repórter, de São Caetano do Sul (SP).

Leia na íntegra, aqui.

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