Equador inaugura turismo em cemitério repleto de obras de arte

Na semana passada, o Cemitério da Soledade recebeu todo um destaque especial em nosso blog. Resolvemos abrir esta nova semana com matéria da Época Negócios a respeito da inauguração do Cemitério Equador, que vira roteiro turístico do país, com monumentos, túmulos e mausoléus onde descansam políticos e artistas. Enquanto isso, nosso Soledade segue jogado às traças.

Monumentos, túmulos e mausoléus onde descansam políticos e artistas estão entre os roteiros turísticos que o Equador oferece pela primeira vez em um cemitério de quase 170 anos e com 700 mil mortos. O cemitério fica em Guayaquil, a maior cidade do país, e ocupa cerca de 15 hectares, um terço dos quais foram declarados Patrimônio Cultural da Nação graças a suas mais de 200 peças tombadas.
Os estilos arquitetônicos greco-romano, neoclássico, barroco e mudéjar, entre outros, que decoram o cemitério foram criados por artistas europeus que chegaram a Guayaquil no final do século 19 e princípios do 20.[…]
Para Érika Espin, coordenadora das rotas, o cemitério de Guayaquil é um dos mais belos da América Latina pelas esculturas, algumas de 200 anos, assim como por sua infraestrutura e simbologia.
“Há mausoléus imensos que parecem casas. Dentro há amplos espaços, quase igrejas”, disse Érika, uma das responsáveis pela elaboração das visitas.
Para os que reclamem da tristeza e melancolia que evoca um cemitério, Espin responde: “É um tema de memória e lembrança” e a visita deve ser realizada “com respeito”. Ela menciona também o cemitério do Pere-Lachaise, o maior de Paris e um dos mais conhecidos no mundo, onde as pessoas visitam os túmulos do romancista Honoré de Balzac, do poeta e vocalista da banda The Doors, Jim Morrison, e do escritor e dramaturgo irlandês Oscar Wilde, entre outros.
A iniciativa na necrópole situada no coração de Guayaquil utiliza o turismo cultural e educacional como ferramenta para conservar o patrimônio, como há também em Medellín, Buenos Aires e Santiago do Chile. Por isso, convencido de que o patrimônio ajuda a cultivar os valores e a identidade do povo, o Ministério de Patrimônio do Equador capacitou turismólogos e funcionários do cemitério para que ajudem a reforçar a cultura deste museu ao ar livre que emoldura a história do país.

Leia aqui a matéria completa.

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