Fotografo, logo existo

Hoje, o ato de fotografar e depois blogar, tuitar ou feicebucar, faz parte de nosso processo cognitivo, ou, pelo menos, de memorização. Só ver não basta, a câmera do celular, quase já universalizada, é extensão do olho e da memória, registra, armazena e distribui.

Foram proibir logo nosso coordenador multimídia [e Pró-Reitor da UFPA] Prof. Flávio Nassar de tirar suas fotografias… Nassar registrava a exposição Poesia Gravada, de Oswald Goeldi, no Museu da UFPA, quando lhe pediram pra que embainhasse o celular.

O resto da história continua aqui.

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